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101 regras básicas para edifícios e cidades sustentáveis
Depois do sucesso de seu livro anterior, 101 regras básicas para uma arquitetura de baixo consumo energético, o arquiteto britânico Huw Heywood agora amplia o campo de ação da sustentabilidade para incluir projetos de edificações e cidades.
Devido à pressão cada vez mais urgente que a mudança climática e o crescimento demográfico e urbano estão exercendo no planeta, nossa consciência sobre os limites dos recursos naturais também tem aumentado. Este livro lança luz sobre esse problema tão complexo e apresenta 101 regras básicas para otimizar o uso da energía natural na arquitetura e no urbanismo. A partir de conselhos reveladores e centenas de ilustrações simples, este guia nos ensinará a projetar segundo princípios sustentáveis de uma maneira direta e intuitiva.
Descripción técnica del libro:
Depois do sucesso de seu livro anterior, 101 regras básicas para uma arquitetura de baixo consumo energético, o arquiteto britânico Huw Heywood agora amplia o campo de ação da sustentabilidade para incluir projetos de edificações e cidades.
Devido à pressão cada vez mais urgente que a mudança climática e o crescimento demográfico e urbano estão exercendo no planeta, nossa consciência sobre os limites dos recursos naturais também tem aumentado. Este livro lança luz sobre esse problema tão complexo e apresenta 101 regras básicas para otimizar o uso da energía natural na arquitetura e no urbanismo. A partir de conselhos reveladores e centenas de ilustrações simples, este guia nos ensinará a projetar segundo princípios sustentáveis de uma maneira direta e intuitiva.
Sumário
Prefácio
Introdução
Capítulo 1.
Os princípios da sustentabilidade
Capítulo 2.
Respeitando os recursos globais
Capítulo 3.
Trabalhando em harmonia com o mundo natural
Capítulo 4.
Projetando para o bem-estar humano
Capítulo 5.
Estratégias para edificações e cidades sustentáveis
Notas, observações e referências – uma bibliografia comentada
Bibliografia
Índice
Trecho da introdução
INTRODUÇÃO E PARA QUE SERVEM AS REGRAS BÁSICAS
Desde o seu surgimento, há 4,5 bilhões de anos, nosso planeta tem resistido a muito mais do que aquilo que nós humanos temos jogado nele (e removido dele) nos últimos meros 200 mil anos. Geologicamente falando, vivemos agora no período Holoceno – uma era que começou há mais ou menos 11.700 anos e que testemunhou tanto o desenvolvimento de civilizações quanto o surgimento das cidades. A mensagem que advém desse fato é que se faz necessária a adoção de pensamentos e ações sustentáveis, não exatamente devido à fragilidade do planeta em si, mas muito mais devido ao risco que apresentamos para nós mesmos e devido à nossa vulnerabilidade, resultante de nossas próprias ações sobre o ambiente. Sustentabilidade é um assunto amplo e complexo, mas no centro desse tema está a simples verdade de que tudo o que nós humanos precisamos para sobreviver e nos desenvolver é fornecido pelo mundo natural, de modo que precisamos encontrar um equilíbrio produtivo com a natureza se pretendemos perdurar. De certo modo, este livro é a respeito das preocupações globais com a destruição do ecossistema, a perda de espécies, as mudanças climáticas, o suprimento de alimentos e energia, a poluição e os resíduos que dominam a literatura a respeito da sustentabilidade, mas ele não se dedica aos aspectos negativos: as regras básicas procuram oferecer uma esfera positiva para a tomada de boas decisões.
A natureza multidimensional da sustentabilidade representa tanto seus atrativos quanto suas dificuldades. Frases com as quais nos tornamos acostumados, e que frequentemente são utilizadas de maneira intercambiável, incluem “ecológico”, “verde”, “bioclimático”, “ambiental” e com frequência ouvimos edificações e cidades serem descritas como “sustentáveis”. Contudo, uma edificação ou uma cidade pode ter sido projetada com fortes credenciais ambientais/ecológicas (por exemplo, usando baixo consumo energético, incorporando recursos sustentáveis, atendendo à necessidade humana de conforto) e ainda assim não ser sustentável, seja por não ser aceita pela sociedade, por gerar resíduos e poluição, por ser complexa demais para funcionar ou mesmo cara demais para operar. É preciso, no intuito de projetar ambientes sustentáveis, ter sempre em mente e de modo holístico as pessoas para as quais esses ambientes são projetados (agora e no futuro), os lugares que estão sendo projetados e a natureza de nosso planeta. Assim, quem tem uma paixão especial por criar edificações e espaços belos e duradouros será quem encontrará soluções inovadoras e permanentes para o estilo de vida no planeta. As regras básicas são para quem deseja levar a sério a responsabilidade ética de encomendar, projetar, operar e habitar as atuais e futuras edificações e cidades sustentáveis. [...]
Copyright del texto: sus autores
Copyright de la edición: Editorial Gustavo Gili SL
| Editorial | David N. Buck |
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| Encuadernacion | Rústica |
| Fecha de edición | 16 mar 2017 |
| Fecha de tirada | 31 mar 2017 |